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sexta-feira, novembro 17, 2006 |
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he she it
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Gosto mais de pensar que sou feminina do que feminista. Não concordo com o sistema de quotas para mulheres em regimes parlamentares: parece-me demasiado politicamente correcto e perigosamente contraproducente.
Mas congratulo-me com a possibilidade de ver ascender duas mulheres ao mais alto cargo de duas grandes nações - Hillary Clinton e Ségolène Royal. São, ainda por cima, dois países que representam os dois pólos das tradições ocidentais, normalmente traduzidas como francófonas e anglo-saxónicas. São, ainda por cima, duas belas mulheres, cada uma no seu estilo, a contrariar a ideia dos cabelos compridos e das ideias curtas.
Há outros pontos de interesse humanos, para além dos políticos: Hillary é a mulher traída que perdoou; Ségolène é a "retornada", nascida no Senegal.
Fica a pergunta: quem em Portugal poderia estar em condições semelhantes? Sugestões e justificações agradecem-se.
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posted by clarisca at 11:12 da manhã
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2 Comments:
À medida que trabalho cada vez mais em questões de mulheres, tenho cada vez menos certezas. Em relação a quotas, a ascensões e a tantos outros assuntos. O rosa é a cor mais difícil. Tem uma fronteira tão fluida com o cinzento...
Beijinho
acho as duas sinistras, é pena.
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